terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Confiram agora algumas das expressões em inglês mais utilizadas nos finais de ano.

1. Tirar férias: take a vacation
Ex.: I take a vacation in December. [Eu tiro férias em dezembro.]
2. Ficar a noite toda na Internet: stay up all night on the Internet
Ex.: I’m on vacation. I can stay up all night on the Internet. [Eu estou de férias. Posso ficar a noite toda na internet.]
3. Dar um tempo (fazer uma pausa): take a break
Ex.: I decided to take a break from college and do some traveling. [Eu decidi dar um tempo para a faculdade e viajar um pouco.]
4. Recesso de natal: Christmas break
Ex.: How long is the Christmas break this year? [Qual a duração do recesso de natal este ano?]
5. Divertir-se: have fun
Ex.: Let’s have fun and enjoy Christmas time. [Vamos nos divertir e aproveitar a época de Natal.]
6. Ir às compras: go shopping
Ex.: We go shopping two days before Christmas. [Nós vamos às compras dois dias antes do natal.]
7. Ceia de natal: Christmas dinner
Ex.: The Christmas dinner will be on the farm. [A ceia de natal vai ser na fazenda.]
8. Trocar presentes: exchange presents

Ex.: People exchange presents and celebrate. [As pessoas trocam presentes e comemoram.

Dicas do professor Ricardo Marcel.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Excelente oportunidade para empreendedores aprenderem o Inglês!

Empresas do Start-Up Brasil terão curso gratuito de inglês


A plataforma de ensino online de idiomas LinguaLeo fechou uma parceria com o programa Start-Up Brasil e a aceleradora Wayra para auxiliar empreendedores a aprimorarem o inglês. O acordo prevê um ano de acesso gratuito ao novo curso “Inglês para Startups” lançado na plataforma e vai funcionar como mais um passo do programa de aceleração das startups do Start-Up Brasil. Todas as empresas aceleradas pela Wayra (inclusive as que não fazem parte do Start-Up Brasil) também terão direito ao curso.
O número de empreendedores que não falam inglês de fato é significativo e esta é uma deficiência enorme para uma empresa do mercado de startups. Na semana passada, quando estava na conferência Case, conversei com um expositor de uma empresa americana que lamentou ter tido pouca interação com os participantes do evento porque a maioria dos empreendedores não falava inglês.
Segundo a LinguaLeo, o curso que será oferecido para as empresas do Start-Up Brasil foi lançado também na Rússia e Turquia. Consiste em um o programa de três cursos com vídeos, áudios, diálogos e exercícios que aborda temas do ecossistema de startups como a construção de um Canvas (ferramenta para criação de um plano de negócios) e o processo de busca de investimentos. O vocabulário ensinado pelo curso prioriza o que é necessário para os empreendedores interagirem com outros empreendedores, clientes, parceiros e investidores.
Fonte: blogs.estadao.com.br

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sobram vagas com salários de até R$ 10 mil na área de TI.

Uma das carreiras do momento é a do profissional de Tecnologia da Informação. Faltam candidatos que dominem tecnologia e programação de computadores, e sobram vagas no mercado de trabalho.
Quem se forma nessa área já sai praticamente com emprego garantido. E a média de salário é de R$ 8 mil a R$ 10 mil. Mal pisa fora da sala de aula e já consegue emprego. Porque essa área que é conhecida pela sigla TI hoje em dia está presente em quase tudo que use informática, computador. Falta desses profissionais mostra como a formação de mão de obra no país ainda é precária.
Sabe aquele aplicativo que você não vive sem? Pode ter nascido em um laboratório de inovação. Nele trabalham os profissionais de tecnologia da informação, ou TI. Onde tem tecnologia, tem uma mãozinha deles.
“O nicho onde ele pode trabalhar é desde uma empresa agrícola desenvolvendo software, de uma empresa que desenvolve tecnologia para hospital, empresa que desenvolve tecnologia para outras empresas, desenvolve páginas web, aplicativos para celulares. Então, o campo é muito vasto”, analisa Fábio Lubachesky, professor de jogos digitais.

André Matui, por exemplo, é aluno de tecnologia em jogos digitais. Ele está desenvolvendo um game educativo. Por enquanto é só um estágio, mas ele já faz planos. “Eu quero ter a minha empresa de jogos digitais porque é o que vai me deixar mais feliz. Eu sei que vai ser mais complicado, mas é uma coisa que eu sei que vai valer a pena”, planeja o estagiário
A expectativa de ter um emprego garantido quando se formar foi o que atraiu Weslly Akatuka de Oliveira. “A partir do primeiro semestre, a gente já passa a receber bastante e-mail com proposta de vagas. Então é difícil um aluno, no final do curso estar desempregado. Eu não conheço. Muito difícil mesmo”, afirma o estudante.
Se não faltam opções de trabalho, falta gente para trabalhar. A procura por profissionais de TI está cada vez maior, mas as universidades e cursos de tecnologia não têm conseguido abastecer o mercado. E é por causa desse desequilíbrio que já está sobrando vaga nessa área.

Um levantamento de uma associação ligada à tecnologia mostra que em, em 2012, já havia um déficit de 50 mil profissionais de TI.
Os analistas de sistemas eram os mais difíceis de achar: correspondiam a 30 mil das vagas em aberto. O estudo ainda prevê que, em 2022, vão faltar cerca de 408 mil profissionais da área de TI no Brasil.
Em uma empresa, eles são responsáveis pelo meio de campo entre o serviço de táxi corporativo e os clientes. Desenvolvem, por exemplo, aplicativos para o celular. Mas encontrar alguém qualificado para trabalhar leva o dobro do tempo que demora para achar um funcionário de outra área.
É por isso que o RH está sempre contratando profissionais de TI, mesmo se não tiver vagas. “Preferimos às vezes trazer e até aumentar um pouco o quadro do que correr alguns riscos às vezes, de ficar 70 dias sem alguém em uma operação que eu preciso ter alguém ali programando todos os dias”, conta Anderson Ocanha, gerente de Recursos Humanos.
Tem empresa que leva mais de dois meses para preencher uma vaga na área de Tecnologia da Informação.
Fonte: Bom dia Brasil
Atualizado em 07/11/2014 11h11

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Designer de web é o mais bem pago da categoria no Brasil. O profissional com outro idioma fluente fica com cerca de R$ 3,1 mil; intermediário, R$ 2,1 mil; básico, R$ 2,1 mil; só com o português, R$ 1,8 mil.














Dentro da área de design, o profissional que trabalha com criação para web é o mais bem remunerado do Brasil, segundo estudo da Catho. Metade do top 10 dos melhores salários está dentro dessa subcategoria.
A maior remuneração entre os designers do Brasil está com o Gerente de Web Designer, que recebe, em média, R$ 8,7 mil por mês. Depois dele ainda estão Coordenador de Criação Web (R$ 5,3 mil), Supervisor de Criação Web (R$ 4,5 mil), Analista de Web Design (R$ 2,9 mil) e Web Designer (R$ 2,2 mil).
Só então aparecem as outras áreas: produto, estilismo e modelagem, produção de jóias e criação (que fica nas duas últimas posições).
Em relação a gênero, os designers masculino e feminino têm salários praticamente idênticos, com o primeiro recebendo ligeiramente menos: cerca de R$ 2.024,76 contra R$ 2.085,67. Já o profissional com MBA pode ganhar até 93,77% a mais que o que só tem ensino superior completo.
Em média, quem tem MBA recebe R$ 4 mil; com pós-graduação, R$ 3,1 mil; ensino superior, R$ 2 mil. Quem não cursou uma faculdade fica na faixa de R$ 1,4 mil. O profissional com outro idioma fluente fica com cerca de R$ 3,1 mil; intermediário, R$ 2,1 mil; básico, R$ 2,1 mil; só com o português, R$ 1,8 mil.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/45011/45011